Procura por casas eleva criação de novos condomínios residenciais em Campo Grande – Senzano Empreendimentos

Procura por casas eleva criação de novos condomínios residenciais em Campo Grande

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A pandemia do coronavírus não impediu que o ramo imobiliário em Campo Grande seguisse um ótimo ritmo de negociações. Pelo contrário, o setor teve um salto durante o período e confirma a preferência do comprador pelos imóveis térreos. A afirmação é unânime entre os profissionais envolvidos no processo de compra e venda de casas e apartamentos na Capital.


A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) aponta que os financiamentos
imobiliários no primeiro trimestre deste ano já são mais que o dobro do registrado em 2020. E, nesse cenário, o campo-grandense tende a optar pela aquisição de uma casa em vez de um apartamento.


“A pandemia fez com que a pessoa reconhecesse a casa em que mora. Antes, ela podia viajar, sair, ficava fora o tempo inteiro e, então, teve de permanecer dentro do seu imóvel. Quem tinha condições financeiras, buscou soluções como o loteamento fechado. Quanto aos apartamentos, quem morava em um menor, adquiriu um maior. Mas o maior movimento foi para o loteamento fechado”, comenta Diego Senzano, sócio-proprietário na Senzano Imobiliária e Incorporadora.

O motivo seria a busca por parte dos compradores de entrar mais em contato com a natureza durante o período de pandemia do coronavírus. Somado a isso, está o sentimento de medo do contágio, já que, segundo os especialistas do segmento, para muitos o fato de estar numa casa remete a uma sensação melhor de segurança.


O presidente do Secovi-MS (Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul), Marcos Augusto Netto, confirma esta
preferência. “As pessoas gostam de casas, não somente em condomínios residenciais como nas ruas mesmo. Sempre
foi a preferência em MS morar em casa. O apartamento tem um apelo mais forte por ser seguro. Mas o gosto pela casa acho que até acentuou durante a pandemia.”

Taxas de juros

Alavancado em virtude das baixas taxas de juros para financiamento, o mercado imobiliário na Capital mostrou o poder das negociações mesmo com a atual crise em diversos setores da economia. A pandemia acelerou o processo de tomada de decisão do indivíduo que encontrou a oportunidade de adquirir uma moradia.

Rogério Corsino, da Corsino Imóveis, revela que o estresse também é motivo para que a opção pelas casas seja maior. Ele explica ainda que a escolha por morar em um condomínio residencial é alternativa para aqueles que prezam pela segurança, porém com mais liberdade.

“Eu tive a experiência com uma advogada que trabalhava em home office, em seu apartamento, com dois filhos tendo
aulas on-line, com serviços de lazer fechados, que não pôde dar conta da situação e precisava de uma casa. Numa casa
há quintal com espaço para correr, para cachorro, etc.”, relatou Rogério.


Outro profissional do ramo que compartilha da mesma sensação é o presidente do Sindimóveis-MS (Sindicato de Corretores de Imóveis de MS), João Araújo. Ele diz que há muita procura por condomínios fechados por causa da segurança e qualidade de vida.

“Os filhos podem brincar tranquilamente no terreno, que é seguro. Isso atrai bastante. Com a pandemia, imagine ter de pegar o elevador junto a outras pessoas para usar o espaço de lazer do prédio. Por isso eu acredito que estão migrando mais para as casas em condomínio”, explica Araújo, ressaltando que também estamos em tempos de mudança de hábitos.

Fonte: Jornal O Estado MS / Escrito por: Felipe Ribeiro / Publicado em: 11/05/2021

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