Vamos a dinâmica: José acordou e foi a padaria de seu bairro. Gastou R$ 10,00 em seu café da manhã. Deste valor, R$ 2,00 é destinado ao pagamento do ajudante, Rafael. No fim do mês, Rafael recebe seu salário, composto por cada cliente que ali decide consumir. Rafael no dia dos namorados decide comprar um buquê de flores em uma floricultura também no bairro. As flores custaram-lhe exatos R$ 20,00, onde R$ 5,00 é destinado ao pagamento de dois jardineiros, que ajudam com o cultivo das rosas, Pedro e Afonso. No mesmo dia, Afonso ao sair da floricultura furou o pneu de sua motocicleta e encontrou a borracharia de José, que cobrou-lhe R$ 15,00 para arrumar seu pneu. No dia seguinte, José acordou e foi a padaria de seu bairro novamente.

A moral da história: consumindo de comércios locais, de seu bairro ou de sua cidade, você está incentivando o desenvolvimento econômico local e de sua comunidade. Isso faz com que toda a comunidade cresça com qualidade em termos de renda (R$).

Por isso, sempre que puderes escolher entre comprar do grande ou do pequeno negócio, opte pelo pequeno. Você estará alimentando uma cadeia que indiretamente te gera algum retorno. Ou ainda, se não te alimenta, alimenta teu ente querido ou teu grupo de amigos, moradores locais e uma comunidade inteira.

Por último, me corrijo: não existe “pequeno negócio”, nenhum negócio é pequeno.

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